sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Uma mina para chimarrear

 Com esse fim de tarde agradável, uma vontade me invade e revela uma das minhas maiores vontades nesses dias.Queria uma mina para chimarrear. Gostaria que fosse na praia, pés descalços, um cachorro para acompanhar, vento suave e o por do sol. 
 Conversar sobre a semana que termina, saber que naquele momento o todas as preocupações estariam distantes que o trabalho, a faculdade, a família não poderiam causar nenhuma aflição. O mar se encarregaria de lavar a ansiedade para o horizonte e traria novas energias. O tempo poderia parar.
 Quem sabe, seria o momento de ouvir confissões um do outro, talvez conhecer desejos que andam escondidos por motivos que permeiam os desafios da vida de cada um. Porém sem dor, sem agustia, na boa, nada serio, estaríamos descontraídos com o clima de hoje. Cúmplices como velhos amigos e carinhosos como namorados. 
 O cachorro correndo, uma caminhada até a aguá para sentir a temperatura. Ela poderia sentir frio e usaria a minha camiseta. Não teria frases no face dizendo que a praia está maravilhosa e nem fotos para compartilhar com os amigos virtuais, seríamos nós, o dog e os apetrechos do chimarrão. Alias, poderia haver fotos, porém a vaidosa vontade de mostrar para o mundo que teve um momento de felicidade não seria necessário. Bastaria saber que o importante está lá e o resto é nada mais. 

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